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Archive for the ‘Comentário’ Category

Leitores de livros eletrônicos em cores

Os primeiros e-readers em preto e branco surgiram na década passada e rapidamente tornaram-se sucesso de venda nos Estados Unidos, Canadá, Ásia e alguns países europeus. O Kindle posicionou-se como líder do mercado, e a Amazon investiu pesado em marketing e desenvolvimento tecnológico. Novos e melhores modelos foram surgindo.

Esperava-se como tendência natural o aparecimento dos leitores coloridos. No entanto, até agora, o que apareceu no mercado não conseguiu sucesso. Foram aparelhos lançados por empresas menos conhecidas, como a coreana Kyobo, cujo produto tinha problemas de duração da bateria e foi descontinuado, a Hanvon, chinesa, a Ectaco, americana, com seu Jetbook, e a Pocketbook, com bom mercado na Rússia, com o Color Lux, todos muito caros e ainda com problemas tecnológicos.

Enquanto isso, as grandes marcas, como Kindle (Amazon) e Nook (Barnes & Noble), preferiram aprimorar seus e-readers preto e branco e, ao mesmo tempo, lançar tablets direcionados para a leitura de livros e conteúdos multimídia, a preços menores que Ipads e outros competidores.

Uma interessante matéria sobre este tema está na revista Distro da Endgadget.

 

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Comentários sobre o Duokan 2013

Sem dúvida, o Duokan 2013 é muito melhor que o Duokan Lite que experimentei algum tempo atrás. No entanto, optei por desinstalá-lo, já que o sistema operacional original do Kindle me atende melhor.

Os pontos que me fazem pensar assim são:
1) Dicionários: meu Kindle Touch veio com vários dicionários que funcionam muito bem, inclusive o Priberam em Português. Além deles, há outros disponíveis. No Duokan, é possível colocar dicionários, mas isso vai custar pelo menos o trabalho de achá-los, se não o valor da compra.
2) PDF: Eu uso pouco o Kindle para leitura desse tipo de arquivo. E logo um dos principais que tenho aparece truncado no Duokan e perfeito no Kindle. Para mim não funcionou exatamente uma das grandes vantagens alegadas para o Duokan, isto é, a melhor leitura de PDF.
3) Epub: outro ponto dito forte do Duokan, que não me sensibilizou, pois utilizo o Calibre para converter livros de epub para mobi e depois carregá-los no Kindle.
4) Mesmo usando a versão em Inglês, aparecem caracteres chineses em algumas telas.
5) Prefiro acessar a loja Kindle que loja vendendo livros em Chinês.

E desinstalar o Duokan foi muito fácil. Nas configurações do sistema, existe uma opção para isso. Portanto, bastou um clique.

 

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Livros impressos estão com os dias contados?

Ouçam a opinião de Ethevaldo Siqueira.

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Uma caridade para Francisco, leia seu livro, por Elio Gaspari

Leia o artigo no blog do Noblat.

 

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Ereaders estão perdendo terreno para os tablets?

Matéria da CNN analisa a queda de vendas do Nook, ereader da Barnes & Noble’s, argumentando que há indícios de que não se trata de uma perda de mercado para outros ereaders, especialmente o Kindle, mas uma tomada de parte desse mercado pelos tablets. De fato, os indícios são fortes, mas os defensores dos aparelhinhos com telas e-ink, como eu, ainda acham que, para quem quer um aparelho para ler livros, nada se compara aos ereaders dedicados. Quem sabe no futuro teremos tablets que vão conseguir a preço competitivo oferecer capacidade de processamento (substituindo os notebooks), tela de leitura agradável e baixo consumo de energia (substituindo os ereaders). Aí serão imbatíveis.

 

 

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Livros eletrônicos x livros convencionais: ainda a polêmica

Lendo a nota do blog do Luiz Nassif sobre o mercado de ebooks, mencionada no post anterior, não resisti a fazer um comentário sobre a ainda persistente – pelo menos no Brasil – polêmica entre livros eletrônicos e livros convencionais. Transcrevo-o aqui:

Quando lemos um livro estamos interessados no seu conteúdo ou no seu cheiro? Na história ou na textura do papel? No que ele nos provoca de sentimento ou na sensação de tocá-lo? No conhecimento que nos proporciona ou na sua posse física?

O livro eletrônico alia tudo o que o livro tradicional tem de bom com o que a modernidade da informática pode proporcionar. Que tal levar toda a biblioteca na sua mochila ou bolsa? Ler aquele livro pesado sem ter que carregá-lo. Não ter de marcar a página onde parou. Consultar imediatamente (on line) o significado de uma nova palavra no dicionário ou a tradução de um termo estrangeiro. Achar facilmente aquele trecho onde certo personagem foi introduzido. E outras coisas, inclusive escrever e anotar nas margens, voltar páginas – citadas por alguém aí em cima, até mesmo fazer orelhinhas para marcar páginas ou sublinhar trechos.

Quando vejo algumas pessoas se insurgirem contra o livro eletrônico, eu me pergunto se elas ainda usam máquina de escrever, enviam telegramas ou procuram endereços naqueles pesados guias de papel.

O livro eletrônico é uma realidade que chegou para ficar. Não é à toa que já responde por mais da metade das vendas nos EUA. Não sei se vai transformar o livro tradicional em peça de museu, mas vai ter papel cada vez mais importante nessa fantástica coisa que se chama leitura.

Espero que, no Brasil, ele seja um instrumento de popularização da leitura, hábito ainda muito pouco cultivado entre nós.

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O impacto dos e-books no mercado de livros

Leia e ouça o economista Fabio de Silos Sá Earp, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, comentando a situação atual dos livros digitais, os ‘e-books’, e explicando a discrepância de preços entre eles e os livros convencionais no blog do Luiz Nassif.

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