Ereaders estão perdendo terreno para os tablets?

Matéria da CNN analisa a queda de vendas do Nook, ereader da Barnes & Noble’s, argumentando que há indícios de que não se trata de uma perda de mercado para outros ereaders, especialmente o Kindle, mas uma tomada de parte desse mercado pelos tablets. De fato, os indícios são fortes, mas os defensores dos aparelhinhos com telas e-ink, como eu, ainda acham que, para quem quer um aparelho para ler livros, nada se compara aos ereaders dedicados. Quem sabe no futuro teremos tablets que vão conseguir a preço competitivo oferecer capacidade de processamento (substituindo os notebooks), tela de leitura agradável e baixo consumo de energia (substituindo os ereaders). Aí serão imbatíveis.

 

 

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As dificuldades da Amazon e outros no mercado de e-readers no Brasil

A Veja traz interessante matéria sobre as dificuldades enfrentadas pela Amazon para vender o Kindle no Brasil. A matéria aborda também a situação do mercado de e-readers no País. Leia aqui.

 

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Amazon (Kindle) otimista e Barnes & Noble (Nook) pessimista

O mercado de ebooks e ereaders tem, como qualquer outro, altos e baixos, empresas que vão bem e outras, nem tanto. Agora mesmo, as ações da Amazon estão se valorizando por causa do crescimento nas vendas e das previsões otimistas, como divulga a Reuters. Enquanto isso, a Barnes & Noble está pessimista quanto às vendas de seu ereader Nook, segundo nota da mesma agência.

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Livros eletrônicos x livros convencionais: ainda a polêmica

Lendo a nota do blog do Luiz Nassif sobre o mercado de ebooks, mencionada no post anterior, não resisti a fazer um comentário sobre a ainda persistente – pelo menos no Brasil – polêmica entre livros eletrônicos e livros convencionais. Transcrevo-o aqui:

Quando lemos um livro estamos interessados no seu conteúdo ou no seu cheiro? Na história ou na textura do papel? No que ele nos provoca de sentimento ou na sensação de tocá-lo? No conhecimento que nos proporciona ou na sua posse física?

O livro eletrônico alia tudo o que o livro tradicional tem de bom com o que a modernidade da informática pode proporcionar. Que tal levar toda a biblioteca na sua mochila ou bolsa? Ler aquele livro pesado sem ter que carregá-lo. Não ter de marcar a página onde parou. Consultar imediatamente (on line) o significado de uma nova palavra no dicionário ou a tradução de um termo estrangeiro. Achar facilmente aquele trecho onde certo personagem foi introduzido. E outras coisas, inclusive escrever e anotar nas margens, voltar páginas – citadas por alguém aí em cima, até mesmo fazer orelhinhas para marcar páginas ou sublinhar trechos.

Quando vejo algumas pessoas se insurgirem contra o livro eletrônico, eu me pergunto se elas ainda usam máquina de escrever, enviam telegramas ou procuram endereços naqueles pesados guias de papel.

O livro eletrônico é uma realidade que chegou para ficar. Não é à toa que já responde por mais da metade das vendas nos EUA. Não sei se vai transformar o livro tradicional em peça de museu, mas vai ter papel cada vez mais importante nessa fantástica coisa que se chama leitura.

Espero que, no Brasil, ele seja um instrumento de popularização da leitura, hábito ainda muito pouco cultivado entre nós.

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O impacto dos e-books no mercado de livros

Leia e ouça o economista Fabio de Silos Sá Earp, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, comentando a situação atual dos livros digitais, os ‘e-books’, e explicando a discrepância de preços entre eles e os livros convencionais no blog do Luiz Nassif.

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Primeira biblioteca pública dos EUA sem livros físicos

Enquanto nas bibliotecas brasileiras a adoção dos e-books ainda é tímida, nos EUA a primeira biblioteca pública do país sem livros físicos está chegando ao condado de Bexar, no Texas. A nova biblioteca livre de livros, chamada “BiblioTech”, promete ser inaugurada no quarto trimestre na cidade de San Antonio, e deve ser o início de um sistema de bibliotecas que se expandirá pelas cidades vizinhas.

Leia mais no Gizmodo Brasil.

 

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Proibir eletrônicos em voos faz sentido?

Essa é uma proibição aparentemente sem sentido, porque não há comprovação de que tenha fundamento. Enquanto isso, nós que apreciamos a leitura eletrônica, somos obrigados a desligar nossos aparelhos nos pousos e decolagens. Leia o artigo de Daniel Junqueira no Gizmodo.